Pinturas, esculturas e fotografias. Três formatos para três grandes criadores artísticos: Mariana Pretel, Tachuela e Marianela Sanchez. O espaço de arte Bodega Trivento, em Maipu, vai ser o palco para mostrar o trabalho de artistas de Mendoza.
“Se trata de uma festa de sentidos e expressões, desde esta terra generosa, sempre auspiciosa. Desde Mendoza, entre suas rotas do vinho, apresentamos uma seleção de artistas emergentes. Vamos brindar e celebrar sua produção. ‘From Mendoza’ é o nome desta mostra, mas também um conceito representativo. De Mendoza, ao mundo”, resume o curador da exposição, o jornalista Mauricio Runno.
Por sua vez, a bodega anfitriã aposta, permanentemente, à elaboração de vinhos com selo próprio e que preservem o caráter dos solos mendocinos. Projeta-se com uma visão global levando ao mundo um amplo portfolio de vinhos de alta gama.
“O vinho nos demonstra que a vida é um lenço que pode converter-se numa fantástica obra de arte. É por isso que cremos fundamental mostrar, desde Mendoza ao mundo, a rica produção de nossos artistas locais”, aponta Mónica Caamaño, gerente de Marketing da empresa, e agrega: “A arte e o vinho concentram a essência de nossa cultura, refletem as tradições de uma época e plasmam no mundo infinidade de sensações. Apreciá-los implica transladar-se ao lugar de onde provem. Sua natureza abre as portas ao prazer, a sensibilidade e gera estreitos vínculos entre quem os compartilham. Mendoza não só colheu vinhos que hoje são mundialmente reconhecidos, também a promissores artistas com projeção internacional”.
“O vinho nos demonstra que a vida é um lenço que pode converter-se numa fantástica obra de arte. É por isso que cremos fundamental mostrar, desde Mendoza ao mundo, a rica produção de nossos artistas locais”, aponta Mónica Caamaño, gerente de Marketing da empresa, e agrega: “A arte e o vinho concentram a essência de nossa cultura, refletem as tradições de uma época e plasmam no mundo infinidade de sensações. Apreciá-los implica transladar-se ao lugar de onde provem. Sua natureza abre as portas ao prazer, a sensibilidade e gera estreitos vínculos entre quem os compartilham. Mendoza não só colheu vinhos que hoje são mundialmente reconhecidos, também a promissores artistas com projeção internacional”.
Que melhor do que citar as palavras de Maurício Runno para introduzir aos três expositores, protagonistas da mostra que, conquanto inaugura o 28 de outubro, abrirá suas portas ao público a partir do 31 do mesmo mês, com entrada livre e gratuita.“É o espírito -e oxalá um objetivo cumprido- apresentar a estes artistas da Mendoza profunda, as vezes recôndita. Virtuosos, emergentes, apaixonados e inovadores; eles três serão o coração desta galeria. Compartilhamos suas paixões e assim as desfrutamos: como visões contemporâneas. Representarão um tempo, sua época, uma sorte de recorte do hoje e do agora?”
“From Mendoza” e dois bons motivos para brindar e render homenagem
Por um lado, e coincidentemente com a data de abertura da mostra, o 28 de outubro se celebra a segunda edição do #ChampagneDay. Trata-se de um acontecimento anual que, graças à participação dos amantes do espumante em todo mundo, consegue ampla repercussão nos meios de comunicação.Para participar só é necessário fazer um brinde esse dia com esta bebida. A idéia é ter a copa alçada o 28 de outubro de 2011 quando faça sentido em cada zona horária. E depois compartilhar fotos, notas de prova, experiências ou videos em qualquer das redes sociais, e assegurar-se de agregar a etiqueta #ChampagneDay.
O interessante é que Trivento Bodegas e Vinhedos se somará a esta ação mundial e, durante a mostra oferecerá, aos assistentes, copas de espumantes e tragos a base deste produto para não ficar afora das celebrações.Pelo outro, esta exposição chega no mês em que se cumprem 30 anos do falecimento de Antonio Berni. “Falar de Berni é referir-se a um artista que durante 60 anos do século XX se pôs e nos pôs a prova em Argentina. Nunca mais apropriado para dizer sobre seu caso: um artista de seu tempo que, ao chegar à cúspide desanduvo o caminho por novas e outras tantas explorações. Inventou-se a si mesmo, uma e outra vez”, expressou Runno.







